
O que mais desejei hoje foi que o dia terminasse bem. Mas antes, tinha o curso de inglês o que ia dificultar um pouco meus planos. Por conta minha, claro, e dessa desordem atirando nos meus deveres como aluna exemplar de segundo semenstre. Mas me encorajei e peguei o bom e velho coletivo e uma boa música no fone. Em pé do meu lado, um homem de cabeça grizalha com uma maleta pesada, e logo pedi para segurá-la. Não sei se foi pelo dia que tive- acredite, não fui tratada como uma fina-flor- mas quando peguei a maleta me veio de supetão a louca ideia de que ali poderia estar escondido uma bomba... E nesse instante, ele se distanciou da minha cadeira e percebi que estava a falar no celular.Daí me senti tão ridícula, mas tão ridícula que deixei escapar um sorriso sinistro e falso no canto da boca. O pior foi que ao mesmo tempo, para congelar a vergonha de mim mesma, vi que minha imaginação não era tão absurda assim: O dia foi estressante, o sol estava ascaldante, as pessoas andam pelas ruas frenéticas com pouca gentileza no olhar e um suicida pode estar bem aqui, aí, acolá. Sinceramente, minha cabeça não deve estar muito bem. Mas, enfim, amanhã vai ser outro dia.
Que dia Diu!!!
ResponderExcluirUma parte do seu texto que me chamou a atenção: "...as pessoas andam pelas ruas frenéticas com pouca gentileza no olhar...". A gente anda pelas ruas com tanta coisa na cabeça que ficamos com o objetivo em sinal de alerta: tenho que chegar no trabalho sem me atrasar, tenho que entregar x job, tenho isso, aquilo... Assim nasce o olhar morto. Pelo menos no meu caso. Eita vida moderna que extressa!
Bjuxxx e xerooo querida
É Ju,
ResponderExcluir"Vida louca vida
vida breve..."